O que está queimando o cerrado por dentro?
O que está serrando o cerrado dês do centro?
E devorando essa floresta subterrânea
Essa diversidade-vida, esses lençóis
Numa voracidade tão veloz
De homens loucos, broncos, ocos
Que salta aos olhos e aperta o peito
Que avança contra e desrespeita os direitos
Da grande mãe a natureza,
Com certeza
Essa mulher que nos alenta e alimenta
De vida e beleza